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Auto-hemoterapia teve início há mais de 2.500 anos na antiga China

Auto-hemoterapia teve início há mais de 2.500 anos na antiga China, com massagens fortes e / ou beliscos na pele, causando rupturas em pequenos vasos, estimulando as defesas, próximo do local a ser tratado.


No Brasil o pai do Dr. Luiz Moura (Dr. LM), que também era médico, utilizava esta técnica nas pessoas que iriam fazer cirurgias, a fim de ter uma recuperação mais rápida e principalmente para evitar infecções.

A AHT uma técnica simples que consiste na retirada de sangue da veia e a re-aplicação imediata no músculo, estimulando assim um aumento dos macrófagos, aos quais é atribuída a limpeza do organismo, combate às bactérias, vírus, células cancerosas, (neoplásicas), eliminando inclusive a fibrina (proteína envolvida na coagulação do sangue).

Os macrófagos (células de grandes dimensões que englobam e digerem elementos estranhos ao corpo, derivam dos monócitos do sangue e de células conjuntivas ou endoteliais), estão em uma taxa normal de 5% no sangue e são produzidos pela medula.

Tão logo o sangue é injetado no músculo é interpretado como um corpo estranho e passa a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE), que elevará a produção de macrófagos para 20 a 22% oito horas após a aplicação, o que perdurará por 5 dias, fazendo no 6º. e 7º. dia  a redução até voltar no final do 7º. dia a 5%, pois terá terminada a re-absorção do sangue no músculo.

Por este motivo as aplicações são, na maior parte dos casos, recomendadas a cada 5 ou 7 dias de acordo com o tipo e a gravidade do caso, isso com um custo baixíssimo, se utilizando apenas de uma seringa, agulhas, algodão e álcool, não havendo nenhuma técnica aplicada ao sangue.


A AHT poderia ser plenamente aplicada no lugar de tratamentos caríssimos para estimulo do sistema imunológico hoje em prática pela medicina alopática.

Início da Utilização da Aplicação da AHT pelo Dr. LM

Começou quando ainda estudante de medicina em 1943, por ordem do pai, Professor na mesma faculdade onde ele estudava, bem como era chefe da enfermaria e cirurgião geral na Santa Casa, onde o pai o incumbia de, na véspera da internação para as cirurgias de seus pacientes, ir à casa destes para aplicar a AHT.

 

Esta aplicação era repetida após cinco dias, de forma a não permitir a queda da taxa de macrófagos abaixo dos 20%.

 

Este procedimento nunca gerou qualquer problema, porém levando a uma das menores taxas de infecção hospitalar até hoje vistas.


O Pai do Dr. LM decidiu implementar esta técnica em função do trabalho apresentado pelo Dr. Jésse Teixeira que visava evitar infecções pós-operatórias, e que lhe rendeu o maior prêmio da época (1940).

 

Esse trabalho se baseava em 150 cirurgias feitas com a aplicação da AHT e outras 150 sem a aplicação, sendo que, dentre os pacientes que receberam a AHT, o número de infecções foi de zero%.

Já nos pacientes que não a receberam a AHT foi de 20%, ressaltando que o alto índice na época se devia às infecções pulmonares pós-operatórias, pois o anestésico era o éter o que irritava muito as vias aéreas.

 

Após ter aprendido com o pai, se limitou a usar a AHT durante muitos anos exclusivamente para evitar e tratar de infecções, bem como a acne juvenil, também uma infecção.


Só em 1976 passou a utilizar a AHT numa amplitude muito maior, graças ao médico Dr. Garófalo, que apresentava dores e dormência em uma das pernas após caminhar 100 ou 200 metros, quando então o angiologista, Dr. Antônio Vieira de Melo, recomendou que fizesse uma arteriografia, onde foi confirmado um êmbolo de 10 cm. em uma artéria da perna da qual se queixava.


O Dr. Antônio recomendou então a cirurgia para substituir a parte da artéria obstruída por uma prótese “Dralon”, procedimento ao qual o colega não quis se submeter, pois somente sanaria o problema imediato, porém não resolveria a origem, podendo então surgir com o passar dos tempos novos êmbolos em outras regiões do corpo.

 auto hemoterapia

Então por conta própria o Dr. Garófalo resolveu fazer a AHT. Pediu então que o DR. LM que lhe fizesse as aplicações a cada 7 dias durante 4 meses (18 aplicações), quando então o Dr. Garófalo relatou não sentir mais nada em relação ao problema, podendo caminhar quilômetros a fio sem dor.

 

Foi então fazer uma nova avaliação com o Dr. Antônio, que prontamente desacreditou o procedimento e resultados da AHT, porém após receber os resultados da nova arteriografia ficou convencido da cura e do valor da AHT.
Em agradecimento ao Dr. LM o Dr. Garófalo o presenteou com dois trabalhos sobre a AHT, sendo um do Dr. Jésse Teixeira e outro do Dr. Ricardo Veronesi.


Há um intervalo entre esses dois trabalhos de 36 anos, pois um é de 1940 (Teixeira) e o outro de 1976 (Veronesi), porém um complementa o outro, uma vez que o trabalho do Dr. Jésse Teixeira se limitava à ação da auto-hemoterapia em evitar infecções pós-operatórias, e o do Prof. Dr. Ricardo Veronesi, que é professor da Universidade de Santos, quando a imunologia já tinha avançado muito mais e tinha se descoberto que o Sistema Retículo Endotelial (SRE) tem muitas outras funções além a da de combater as bactérias.

 

Consta no trabalho do Dr. Ricardo Veronesi que as principais funções do Sistema Retículo Endotelial (SER) são:

1 – Clearance (limpeza) de partículas estranhas provenientes do sangue ou dos tecidos, inclusive células neoplásicas (cancerosas), toxinas e outras substâncias tóxicas.


2 – Clearance de esteróides e sua biotransformação. (Eliminação dos hormônios, os esteróides).

 

3 – Remoção de micro agregados de fibrina e prevenção de coagulação intravascular. (motivo pelo o Dr. LM usa a AHT e evita tromboses cerebrais e enfartos das coronárias, assim como removeu a fibrina que entupia a artéria femural do Dr. Garófalo.


4 – Ingestão do antígeno, seu processamento e ulterior entrega aos linfócitos B e T.(o antígeno que produz a reação alérgica (de forma que tem uma grande valia no tratamento das alergias).


5 – Biotransformação e excreção do colesterol.


6 – Metabolismo férrico e formação de bilirrubina.


7 – Metabolismo de proteínas e remoção de proteínas desnaturadas. (proteínas anormais) (hoje se sabe que a encefalite que provoca a doença da vaca louca vem de uma proteína que se chama ‘prion’ e que é desnaturada, provavelmente a AHT poderia ajudar no tratamento).

 

8 – Desintoxificação do metabolismo de drogas.

 

Respondendo por tantas e tão importantes funções, é fácil se entender o papel desempenhado pelo SRE no determinismo favorável ou desfavorável de processos mórbidos tão variados como sejam os infecciosos, neoplásicos (câncer), degenerativos e auto-imunes.

O mais triste é descobrir que, o que o Dr. Jésse Teixeira descobriu em 1940, em 1976, 36 anos depois, ainda estava sendo estudado em países do primeiro mundo em ratos, e aqui não teve a divulgação que merecia, o que se confirma no seguinte trecho do trabalho dele:

Doenças Degenerativas


O Sistema Retículo Endotelial (SRE) exerce papel importante na homeostase (propriedade de um sistema aberto, dos seres vivos especialmente, de regular o seu ambiente interno para manter uma condição estável, mediante múltiplos ajustes de equilíbrio dinâmico controlados por mecanismos de regulação inter-relacionados, ou seja, para manter o seu bem estar), inclusive dos lípides (gorduras).

 

Desta maneira tem se demonstrado em animais que o SRE está implicado na produção e excreção do colesterol, quer endógeno como exógeno. Conclui-se daí que a hipercolesterolemia, e talvez, arteriosclerose, dependam do perfeito funcionamento do SRE, podendo ser reduzida a taxa do colesterol no sangue através da imuno-estimulação do sistema com a AHT conforme experiências realizadas em ratos na universidade do Tenessi (observe que enquanto o Dr. Jésse Teixeira em 1940 já fazia a aplicação em humanos para ativar o SRE, 36 anos depois, em 1976, estava se estudando isso em ratos nos Estado Unidos).

Estamos realizando experiências em tal sentido no serviço do Prof. Luiz Widecur em São Paulo.


Dia 10/09/1976 quando o Dr. LM era chefe da clínica médica do Hospital Cardoso Fontes onde trabalhava também a Dra. Rícia Álvaro Florião, chegou e foi internada uma senhora que há 8 meses não andava.

Para diagnóstico ela colheu três biopsias, que encaminhou para a anatomopatologia do hospital, que retornou com o diagnóstico:

Esclerodermia fase final. Então a Dra. Rícia resolveu dar uma aula, o que ocorria normalmente às segundas-feiras e estas sobre casos não rotineiros como este a exemplo.

A Esclerodermia é até então uma doença auto-imune.


Quando terminou a aula e estava terminando o prognóstico, a Dra. Rícia mandou a enfermeira levar a paciente para o quarto, quando então nos relatou que ela não tinha nada a fazer pela paciente.


Nesse momento o Dr. LM pediu à Dra. Rícia que ela passasse aos cuidados dele a paciente em questão, para que ele pudesse aplicar uma técnica, que não era corrente e chama-se Auto-hemoterapia.

Ela riu e disse:

“Dr. Moura, eu fui residente médica nos EUA numa clínica para onde convergiam todos os casos de esclerodermia de todo país, e a clínica não era mais nada do que um depósito de esclerodérmicos, pois não tínhamos mais nada a fazer. Então o senhor acha que pode fazer?”.


O Dr. LM foi à sua casa e pegou os dois trabalhos e leu o trecho em referência acima bem como o similar do outro trabalho, após o que a Dra. Rícia concluiu ter lógica e concordou que tentasse.

Procurando a máxima eficiência da AHT o Dr. LM colheu 20 ml de sangue e aplicou em quatro músculos, os dois deltóides e os dois glúteos, repetindo a cada 5 dias para que a contagem de macrófagos se mantivesse alta.

A melhora foi espantosa, sendo em primeira instância notada na pele (a pele do esclerodérmico fica parecendo com pelo de jacaré, dura, sem respiração e sem elasticidade de forma que habitualmente esses pacientes morrem por asfixia, pois o paciente não consegue mais dilatar o pulmão para respirar).

Após 30 dias esta paciente saiu do hospital andando!


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